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Talvez você, leitor, já conheça a história que remete à criação do Dia Internacional da Mulher: O imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas.

 

Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século XX, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento. E com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo.

 

Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto contra o Governo de Czar Nicolau II conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921...

 

O que a mulher faz no dia-a-dia: lava, passa, arruma a casa, cuida de filhos, cuida do marido, e ainda trabalha, não é mesmo? Antes da mulher sair para trabalhar, ela levanta cedo, faz o café da manhã, arruma os filhos, arruma a roupa do marido e, na hora de ir para o trabalho, bate aquele aperto no peito em ter que deixar suas crianças ou com a babá ou em creches.

 

Chegando ao trabalho a mulher é muitas vezes inferior ao homem tanto em questão salarial quanto em questão de atividades, pois quase todos os homens alegam que nós mulheres somos “frágeis”, que não conseguimos fazer as mesmas atividades, e por isso ganhamos menos do que os homens.

 

Com o tempo, as mulheres foram ganhando espaço, crescendo profissionalmente, mostrando suas capacidades e superações perante a sociedade e conseguindo conciliar com a família. Ao sair do trabalho e voltar para casa, vocês acham que a jornada da mulher acabou? Não, não acabou. Tem que arrumar janta para a família, dar banho nos filhos, estudar e fazer as “tarefas” (quando as crianças já estão em escolas), e ainda dar atenção a todos da família, mesmo estando cansada. 

 

Agora imaginem um caso em especial: mulher PcD (Mulher Pessoa com Deficiência), vocês já pararam para pensar nelas? Além de ser e acontecer tudo o citado acima, as mulheres PcDs são tratadas como pessoas mais frágeis ainda, quando, na verdade, podem ser consideradas tão ou mais guerreiras, lutadoras e capazes de exercer todas as atividades cotidianas e profissionais.

 

Você, que está lendo este texto, tem alguma mulher PcD ao seu lado (seja no trabalho ou em casa)? Se tiver valorize-a. Se não tiver, observe a mulher que você tem, perceba o que ela faz e como faz para lhe fazer feliz.

 

Todas as mulheres PcDs, são VITORIOSAS, pois além de já fazer tudo o que uma mulher considerada “normal” faz, também têm que lutar pelos seus direitos perante a sociedade.

 

Ana Bracarense

 

 

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