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November 29, 2016

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Estão os gestores preparados para receber PCD's ?

January 22, 2016

 

Em pleno século XXI sinto que a maioria dos gestores como diretores, coordenadores, e até mesmo donos das empresas têm “medo” de contratar pessoas com deficiências. 


Segundo pesquisa Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) Nacional, Isocial e Catho publicada no Jornal Alagoas 24 Horas 81% das médias e grandes empresas, contratam deficientes somente para “cumprir cota”. (detalhes aqui) 


Sabe-se que poucos são os gestores que confiam o serviço e confiança nessas pessoas. Em muitas empresas a grande maioria das pessoas com deficiência é deixada de lado, recebendo atividades rotineiras que não estimulam o desenvolvimento. 


Contudo, na mesma pesquisa, recrutadores assumem já terem feito entrevistas com deficientes, mas não se sentem bem ao vê-los precisando de algum tipo de auxílio. Se tal sentimento de dó, pena ou preconceito disfarçado já começa dentro do RH, o que esperar dos líderes, chefes e diretores? 


Uma sugestão é ter os futuros gestores diretos acompanhando o processo seletivo, visualizando desde o inicio as dificuldades de seu futuro colaborador com deficiência e assim estudar como tratar a pessoa. Um próximo passo são as empresas darem um suporte como treinamentos, reciclagem ou até mesmo aprendizagem de novas atividades para as pessoas com deficiências, pois quando surgir uma oportunidade de crescimento dentro da empresa, essa pessoa poderá se candidatar. E os líderes, tanto o atual quanto o do próximo cargo a ocupar, ficarão felizes em ver o crescimento da pessoa. 


Portanto, é importante refletir: ao invés de contratar um deficiente somente para cumprir a “cota”, veja no currículo se o deficiente está apto a trabalhar naquele segmento. Se estiver, não tenha medo de entregar a responsabilidade (só acompanhe dando conselhos, elogiando ou fazendo melhorias e também as cobranças necessárias). Agora se o deficiente não está apto, vale a mesma regra para um candidato normal: não o contrate para ser apenas um número de cota. 


Venha para o debate, participe. Escreva-me. 

Ana Bracarense 
22/01/2016 

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