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Pais: ajudam ou atrapalham no desenvolvimento filho do PCD ?

May 6, 2016

 

Antes de 24 de julho de 1991 era até aceitável a família e os familiares protegerem suas PcDs em casa, só deixá-las sair se alguém estivesse junto e tudo o mais. Porém, nos dias de hoje, é preciso que a família e parentes reflitam melhor, pois existe a lei a ser cumprida para que suas PcDs sejam tratadas normalmente na sociedade e profissionalmente.

 

Uma eventual superproteção pode dificultar as empresas de encontrar potenciais talentos PcDs por elas estarem escondidas em casa, sendo que poderiam estar brilhando no serviço.

 

Apesar de todo amor e carinho, é preciso que os familiares reflitam e percebam na lei o amparo para que suas PcDs sejam tratadas normalmente na sociedade e profissionalmente. Um dos maiores problemas que uma PcD pode sofrer em casa ou no serviço - caso pai e filho(a), marido e esposa, mãe e filho(a) trabalhem juntos - é a superproteção de um deles em relação ao seu parceiro(a) PcD. O outro é o abandono.

 

Quantas vezes já nos deparamos com abandonos de parceiros no trabalho simplesmente porque as pessoas ficam com uma determinada limitação temporária por causa de uma LER (Lesão de Esforço Repetitivo) ou por sofrer um acidente durante o trabalho e virar PcD? Em muitos desses casos, a empresa acha que o funcionário ficou “inválido” para seu cargo e seu trabalho. E, com isso, esse funcionário é demitido, ao invés de amparado física e emocionalmente.  

 

É compreensível que a maioria dos familiares tenham receio de libertar o(a) parente PcD ao mundo, e, com isso, correr o risco ver seu(a) filho(a) ser agredido(a) ou vítima de bullying, principalmente no trabalho. Na verdade, a família precisa se colocar como parte da sociedade e entender que a superproteção também pode gerar exclusão, tanto na sociedade quanto no trabalho.

 

Você tem algum parente PcD? Deixe-o mais em contato com a sociedade, com o mundo, com todos os tipos de pessoas e, principalmente, com as empresas. Um dia, os familiares se vão, e as PcDs terão que enfrentar o mundo sozinhas, como qualquer pessoa normal. De que adianta os familiares protegerem PcDs de todo o mal agora, sendo que amanhã, quando nenhum mais estiver aqui,a PcD, terá dificuldade em se proteger sozinha?

 

Que tal os pais e familiares apoiarem seus PcDs, seja para conseguir um emprego ou quem sabe até para abrir sua própria empresa? O Brasil tem que começar a ver a vida de PcDs com outros olhos, e não somente protegê-los de tudo e de todos. Quando se forem, as PcDs irão sofrer do mesmo modo.

 

Venha, participe, deixe seu comentário.

 

Ana Bracarense  PCD
06/05/16 

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