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Basquetebol de cadeira de rodas

August 25, 2016

 

2ª modalidade: basquetebol em cadeira de rodas  


Basquetebol é um desporto praticado principalmente por indivíduos com deficiências físicas. É baseado no basquetebol, mas com algumas adaptações para refletir a diversidade de dificuldades que eles enfrentam no tocante ao uso e à presença da cadeira de rodas e para harmonizar os diferentes níveis de deficiência dos jogadores. A International Wheelchair Basketball Federation (IWBF) é o corpo governativo para este desporto. 


A adaptação do basquetebol para o jogo em cadeira de rodas aconteceu, principalmente, após a Segunda Guerra Mundial. Ex-soldados do exército americano, feridos durante o confronto, se reuniram em uma quadra de um hospital de reabilitação e começaram a jogar. Na Inglaterra, a prática também era usada na reabilitação de pacientes no hospital de Stoke Mandeville. Este esporte fez sua estreia nos primeiros Jogos Paralímpicos, realizados no ano de 1960 em Roma, e é um dos poucos que esteve presente em todas as edições do evento. As mulheres entraram na disputa em 1968, em Tel Aviv, capital de Israel. O basquetebol em cadeira de rodas é disputado por pessoas com alguma deficiência físico-motora. As cadeiras são adaptadas e padronizadas, conforme previsto nas regras – sob a responsabilidade da Federação Internacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas (IWBF, em inglês), fundada em 1989 e que ganhou independência em 1998. As dimensões da quadra, a pontuação e a altura da cesta são as mesmas do basquetebol convencional - assim como as equipes, com cinco jogadores cada. As partidas são divididas em quatro quartos de dez minutos. O relógio para, entre outras situações, quando a bola sai da quadra, ou em cada pedido de tempo, de um minuto cada. Cada equipe tem 24 segundos de posse de bola e precisa arremessá-la em direção à cesta antes deste tempo. A cada dois toques na cadeira, o jogador precisará quicar, passar ou arremessar a bola. O simples contato das cadeiras dos participantes não é considerado falta pela arbitragem, apenas se for interpretada a intenção. Com o intuito de deixar os times equilibrados, a classificação dos atletas é feita por um sistema de pontos, que vai de 1 a 4.5, respeitando o potencial funcional de cada um – quanto maior a pontuação, maior a habilidade funcional do atleta. 


A soma de todos os jogadores em quadra não pode ultrapassar o total de 14 pontos.   
A evolução do esporte fez com que grandes cadeirantes virassem atletas e com isso fez com que esses atletas entrassem em competições para serem classificados ou não nos Jogos Paralímpicos. O basquetebol em cadeira de rodas é um esporte pioneiro, com muita tradição no movimento paralímpicos. Link do texto completo aqui

 

 

 

 
Olhem a figura como é uma cadeira de rodas de basquete: 
Fonte


Fonte

A cadeira deve se adequar a certos padrões para garantir segurança e competitividade. A cadeira pode ter 3 ou 4 rodas, sendo duas rodas grandes na parte traseira e uma ou duas na parte frontal. Os pneus traseiros devem ter o diâmetro máximo de 66 cm e deve haver um suporte para as mãos em cada roda traseira. A altura máxima do assento não pode exceder 53cm do chão e o apoio para os pés não poderá ter mais que 11cm a partir do chão, quando as rodas dianteiras estiverem direcionadas para frente. A parte de baixo dos apoios devem ser apropriados para evitar danos à superfície da quadra. O jogador poderá usar uma almofada de material flexível no assento da cadeira. Ela deverá ter as mesmas dimensões do assento e não poderá ter mais de 10cm de espessura, exceto para jogadores de classe 3.5, 4.0 e 4.5, onde a espessura deverá ser de no máximo 5 cm.   


Os jogadores podem usar faixas e suportes que o fixem na cadeira ou faixas para prender as pernas juntas. Aparelhos ortopédicos e protéticos podem ser usados. O cartão de classificação dos jogadores deve informar o uso de próteses e afins e indicar todas as adaptações na posição do jogador na cadeira. Pneus pretos, aparelhos de direção e freios são proibidos. Os árbitros devem checar as cadeiras dos jogadores no início do jogo, para que conferir se estas cadeiras estão de acordo com as normas estabelecidas. 


*Fonte: Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF)    
 

Eu particularmente, já assisti uma exibição de basquete em cadeiras de rodas e encantei-me. Isso não só prova mas mostra o quanto nós deficientes somos 


EFICIENTES em qualquer esporte também mas ainda não somos tão valorizados. Veja o vídeo de competição aqui de Uberaba
 

Atleta destaque: Leandro Mota Santana  


O sonho, finalmente, chegou às mãos de Leandro Mota Santana. O cearense, de 29 anos, no ano passado, deixou Fortaleza e partiu para São Paulo, em busca de concretizá-lo. E, logo na primeira temporada no Águias (SP), time de basquete em cadeira de rodas, ele alcançou. Leandro Mota, junto com o time, foi campeão brasileiro na modalidade. No ano da estreia fora de casa, o pivô levou ainda a medalha de vice-campeão do Campeonato Paulista, um dos mais fortes do País.    
“Isso foi graças ao apoio da minha família (a mulher e os dois filhos) e da presença de Deus na minha vida”, diz, emocionado, de férias em Fortaleza. Neste mês, o atleta já retorna a São Paulo com o desafio de enfrentar o Campeonato Sul-Americano pelo mesmo time. “Comecei no banco. Pouco a pouco, estou mostrando que tenho qualidade e eles querem permanecer comigo”. Leandro foi o primeiro cearense a disputar o Campeonato Paulista de basquete em cadeira de rodas e o Campeonato Brasileiro da modalidade (1ª divisão). 
   
História vencedora   
A carreira começou de uma forma imaginada. Depois de um acidente, em 1990, ele teve a perna direita amputada. “Achava que não ia voltar a ter uma vida ativa”, conta.  Começou, então, a praticar natação. Não deu certo. Em 1998, seguiu para o basquete. Jogou cerca de 13 anos na Associação dos Deficientes Motores - Ceará (ADM-CE). Depois passou a defender a camisa da Associação Desportiva dos Deficientes do Ceará (Addece). Em 2012, o time da Addece recebeu a visita de um rapaz pernambucano, jogador do Águias.  O pernambucano viu o talento de Leandro Mota e convidou o pivô para jogar na equipe paulista. “O sonho tinha chegado nas minhas mãos”. Na chegada à capital paulista, a maior dificuldade foi enfrentar o frio. E também a saudade da família que ficara em Fortaleza. Agora, além da competição sul-americana que está próxima, o foco de Leandro Mota é nos Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. “Quero adquirir experiência e visibilidade. Quero ir para a seleção brasileira, 2016 é o foco”, diz, enfático. 
  
Serviço Associação Desportiva dos deficientes do Estado do Ceará (Addece) Esportes: basquete, atletismo e tênis para pessoas com deficiência Mais informações: (85) 8607-6625 (Lídio Andrade, presidente da Addece)  


É muito interessante e bonito de se ver pessoas com deficiências mostrarem seus talentos no esporte.  


Veja aqui Vamos tentar jogar basquete com cadeira de rodas?

 
Ana Bracarense PCD 

 

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