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Tiro com arco e esportivo

September 7, 2016

17ª modalidade: Tiro com arco 


O Tiro com Arco Paralímpico é uma adaptação do desporto de tiro com arco para atletas com deficiências. O tiro com arco Paralímpico está sob a alçada do Comité Paralímpico Internacional, e é um dos desportos nos Jogos Paralímpicos de Verão. 


Os atletas participantes no tiro com arco Paraolímpico incluem atletas amputados, com paralisia cerebral, em cadeira de rodas e outros grupos. A competição é conduzida sobre as regras da Federação Internacional de Tiro com Arco com algumas pequenas modificações. Os atletas participam em três classes, uma para os atletas em pé e duas para os atletas em cadeira de rodas. 
 

O tiro com arco para atletas com deficiências foi parte dos primeiros Jogos para atletas deficientes em Stoke Mandeville, em 1948. Este foi um dos desportos em concurso nos primeiros Jogos Paralímpicos de Verão de 1960 em Roma, e tem sido parte de todos os Jogos de Verão[1]. Atualmente, 37 países participam no tiro com arco Paraolímpico. 
Texto completo aqui  

 

O Brasil participou apenas uma vez nessa competição em 1972 e não ganhou medalhas 
Veja o vídeo aqui  

 


18ª Tiro esportivo 


O Tiro Esportivo Paralímpico faz parte dos Jogos Paralímpicos desde Toronto, em 1976. 
Este esporte é um teste de precisão e controle, no qual competidores usam pistolas ou rifles para disparar uma série de tiros em um alvo estático à distâncias de 10, 25 e 50m. 


O esporte nos Jogos Paralímpicos é aberto a atletas com diferentes deficiências físicas que competem em duas classes: cadeira de rodas e em pé. 


Como em outros esportes paralímpicos, o tiro também utiliza uma classificação funcional que permite que atletas com diferentes habilidades funcionais disputem competições entre equipes mistas. 


Na época, somente os homens competiram. Já nos Jogos de Arnhem (1980), na Holanda, as mulheres entraram com tudo nas disputas, inclusive nas provas mistas. 


Em 1984, as provas paralímpicas mistas deixaram de existir, sendo retomadas em Barcelona. Na ocasião, a categoria mista voltou em substituição ao feminino. 


A volta dos três tipos de disputa aconteceu nos Jogos de Atlanta (1996).

 
Nos Jogos Paralímpicos de Sydney, em 2000, a disputa pelo ouro aconteceu entre homens, mulheres e nos confrontos entre ambos. 


No Brasil, a modalidade começou a ser praticada em 1997, no Centro de Reabilitação de Polícia Militar do Rio de Janeiro. 


No ano seguinte, o país foi representado pela primeira vez em um torneio internacional, realizado na cidade espanhola de Santander. 


Em 2002, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) investiu em clínicas da modalidade para sua difusão no Brasil. Os atiradores Carlos Strub, Cillas Viana e Walter Calixto conquistaram a medalha de bronze por equipe no Aberto de Apeldoorn, na Holanda, em 2003. 
Em Pequim foi a primeira vez na história que o Brasil teve um representante em Jogos Paraolímpicos, o Carlos Garletti. 


O tiro exige precisão apurada. 


O Comitê de Tiro Esportivo do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) é responsável por administrar a modalidade. 


As regras das competições têm apenas algumas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir tanto no masculino como no feminino. 


As regras variam de acordo com a prova, a distância, o tipo do alvo, posição de tiro, número de disparos e o tempo que o atleta tem para atirar. Em cada competição as disputas ocorrem numa fase de classificação e numa final. 


As pontuações de ambas as fases são somadas, e vence quem fizer mais pontos. O alvo é dividido em dez circunferências que valem de um a dez pontos e são subdivididas, cada uma, entre 0.1 e 0.9 pontos. A menor e mais central circunferência é a que vale mais, dez pontos. Sendo assim, o valor máximo que pode ser conseguido é de 10.9. 


A tecnologia está sempre presente na modalidade. Durante os Jogos Paralímpicos, os alvos são eletrônicos e os pontos são imediatamente projetados num placar. Nem as roupas e as armas utilizadas fogem da evolução tecnológica. Há uma diferença das vestimentas nas provas para cada 
tipo de arma. Nas competições de carabina, por exemplo, é necessário usar uma roupa com a espessura estipulada pela ISSF. 


Carabinas e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nas provas de 10 metros de distância. 
Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projéteis de 5.6mm. 
Carabinas e pistolas calibre 22 são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro. 
No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. 
Nas provas de 25 e 50 metros, tanto de carabina como de pistola é utilizado as de calibre 22 para as provas do paraolímpico. 
A modalidade do tiro esportivo divide-se em três categorias: pistola, carabina e tiro ao prato. 
Carabina: 
Três posições (masculino e feminino): O alvo fica a 50m do competidor, que posiciona-se de três formas distintas - de pé, ajoelhado e deitado. Os homens têm 40 tiros e mulheres têm 20. 
Pequeno calibre - Deitado (masculino): Os alvos ficam a 50 m do competidor, que tem 60 tiros para dar. 
Carabina de ar (masculino e feminino): De ar comprimido ou de dióxido de carbono. Em pé, o competidor fica a dez metros do alvo. Os homens têm 60 tiros e as mulheres, 40. 


Pistola: 


Alvo móvel: A prova tem as fases lenta e rápida. O alvo visível é um prato de 11cm de diâmetro. São duas fases de cinco segundos. São disparados 30 tiros em cada fase. 
Pistola livre - 50 m: Com apenas uma mão, o competidor atira. Ele tem seis séries de 60 tiros e o alvo fica a 50 m de distância. 
Pistola de ar: Com armas de ar comprimido e dez metros de distância o programa é igual ao da pistola livre. 
Tiro rápido masculino: O competidor fica a 25 m de distância munido de uma pistola que pode receber cinco tiros. No total, ele tem 60 tiros em duas fases de 30. 
Tiro rápido feminino: O competidor fica a 25 m e a pistola tem capacidade para cinco tiros. No total, são seis séries de cinco tiros . 


Tiro ao prato 


Skeet: O vencedor é aquele que acertar o maior número de pratos, atirados de casas alta e baixa. 
Fossa olímpica: O atirador precisa acertar um prato e tem dois tiros para isso. 


Fossa dublê: São dois pratos que o competidor precisa acertar com apenas dois tiros. 
 

Texto completo aqui  


O Brasil disputa essa modalidade desde 2008 e nunca ganhou medalhas 
 

Veja o vídeo aqui  
 

Foto da capa aqui 
 

Foto da capa aqui 


Ana Bracarense PCD 
 

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