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20ª modalidade: Vela 


Pessoas com deficiência locomotora ou visual podem competir neste esporte. A Vela Paraolímpica segue as regras da Federação Internacional de IatismoISAF e possui adaptações para as pessoas com deficiência, feitas pela Federação Internacional de Iatismo para Deficientes-IFDS. Neste esporte, dois tipos de barco são utilizados nas competições internacionais. Os barcos da classe 2.4mR são tripulados por um único atleta, pesam 260 quilos e possuem 4.1m de comprimento. Os barcos da classe sonar são tripulados por uma equipe de três pessoas, que deve ser classificada em função dos tipos de deficiência. Esses barcos são maiores pesando cerca de 900Kgs e medindo cerca de 7m. Tanto o 2.4mR como o Sonar são barcos de quilha, que é uma peça de metal situada abaixo do casco do barco que impede que ele vire. Portanto são barcos estáveis e seguros, condição essencial para este uso. 


As competições, chamadas de regatas, são realizadas em percursos sinalizados por bóias. Duas rotas devem ser percorridas pelos iatistas. Os percursos são indicados com bóias. A sinalização dos trajetos é alterada de acordo com as condições climáticas do dia. Caso a direção e a força do vento se alterem, as bóias são reposicionadas. Por isso, a organização de cada torneio deve ter um barco com pessoas responsáveis por monitorar as condições do vento e por alterar a colocação da sinalização do percurso. Em ambos os tipos de embarcação, as competições consistem em uma série de nove disputas em separado. Ganha cada prova quem percorrer o trajeto estipulado em menor tempo. O vencedor conquista um ponto, o segundo fica com dois e assim por diante. Ao final das nove disputas, o pior resultado é descartado e quem tiver a menor soma de pontos é declarado campeão. 


Os vencedores das regatas normalmente são os velejadores que conseguem imprimir uma maior velocidade nos barcos, realizar melhores manobras e buscar as melhores condições de vento (tática de regata). 


O esporte teve seu primeiro impulso na década de 80. No Brasil, a modalidade teve início em 1999, com o Projeto Água-Viva, desenvolvido a partir de uma parceria entre a Classe de Vela Day Sailer, o Clube Paradesportivo Superação e O Clube Municipal de Iatismo em São Paulo. Posteriormente, esse projeto foi encampado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro. Dessa forma, no final de 2003 chegaram ao Brasil os primeiros barcos da classe 2.4mR. O batismo das embarcações ocorreu nos Jogos Paraolímpicos do Brasil, disputados na capital paulista em maio de 2004. 


No Brasil, os velejadores com deficiência física têm treinado em dois tipos de barcos, o 2.4mR, oficial das Paralimpíadas, e o Day Sailer, barco de 5 metros sem quilha, que não é oficial, mas que pelo seu baixo valor está sendo utilizado como alternativa provisória ao Sonar, o barco de equipes oficial, de alto custo. Os velejadores do Projeto Água-Viva têm participado de treinos e regatas oficiais, em São Paulo, São Bernardo, Santos, Ilha-Bela, etc. A Vela Paraolímpica, agora com um apoio mais intenso do CPB poderá aumentar substancialmente o número de esportistas e em breve estará presente em outras cidades e Estados. 
Texto completo aqui  

 

Atleta 


Bruno que atualmente é velejador paralímpico, foi goleiro do São Paulo, clube que defendeu de 1998, nas categorias de base, até 2006. 


Em 11 de agosto daquele ano, quando era o terceiro goleiro do São Paulo, ele sofreu um acidente automobilístico na rodovia Régis Bittencourt com mais quatro pessoas. Weverson, também goleiro do clube, e Natália, jogadora de vôlei do Osasco, morreram. Bruno, que dirigia o veículo, sofreu um grave deslocamento de coluna e ficou tetraplégico. 


Em 2009, ele passou a treinar vela. Como timoneiro, uma espécie de capitão do barco, participou da Paralimpíada de 2012, em Londres, e disputará os Jogos do Rio, em 2016. Em sua conta no Instagram, o São Paulo postou uma foto de Bruno ao lado de Rogério Ceni, atual goleiro e capitão da equipe tricolor, ao lado de uma mensagem de apoio. 
Texto completo aqui  


ANA BRACARENSE PCD 

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