Ciclismo de estrada e pista

5ª modalidade: Ciclismo de Estrada



O ciclismo para atletas com deficiência se originou no início dos anos 80. As disputas de estrada estrearam no programa Paralímpico nos Jogos em Nova York 1984, com eventos para competidores com paralisia cerebral. Quatro anos mais tarde, em Seul, ciclistas com outros tipos de deficiência – no caso, paralisia cerebral e amputados/ les autres –, foram incluídos. Atletas com deficiência visual fizeram sua estreia em Barcelona 1992.

A competição de ciclismo de estrada Paralímpico conta com eventos masculinos e femininos, individuais e por equipes. Assim como no ciclismo convencional, as provas de estrada são mais longas e exigem fundamentalmente uma boa tática. Há quatro tipos de bicicletas, específicas para cada tipo de deficiência. A classificação funcional está intimamente ligada ao modelo usado pelos atletas. Além das bicicletas tradicionais, há os triciclos, com duas rodas atrás, para aqueles com paralisia cerebral. As handbikes, impulsionadas com as mãos, são utilizadas por atletas com paraplegia ou tetraplegia. Os ciclistas com deficiência visual, por sua vez, pedalam uma bicicleta de dois lugares chamada tandem – o competidor é acompanhado por um guia no banco da frente, que indica a direção.

CURIOSIDADE: Ex-piloto de Fórmula 1, o italiano Alessandro Zanardi sofreu um acidente em 2001 em um Grande Prêmio na Alemanha e perdeu as duas pernas. Apaixonado por velocidade, Zanardi adotou o ciclismo de estrada Paralímpico e conquistou três medalhas em Londres 2012: duas de ouro (estrada e contrarrelógio) e uma de prata (revezamento misto). Leia aqui

Classificação

- LC – Locomotor Cycling (atletas com dificuldades de locomoção) - LC1: Atletas com pequeno prejuízo, geralmente nos membros superiores; - LC2: Atletas com prejuízo físico em uma das pernas, sendo permitido o uso de prótese; - LC3: Atletas que pedalam com apenas uma perna e não usam próteses; - LC4: Atletas com maior grau de deficiência, geralmente com amputação em um membro.

https://smsprio2016-a.akamaihd.net/sport/heNh_z/rio2016_guia_espectador_jp_ciclismo_estrada_pt.pdf Tandem: ciclistas com deficiência visual Handbike: atletas paraplégicos *Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) Leia aqui

Tandem – Para ciclistas com deficiência visual (B1, B2 e B3). A bicicleta tem dois assentos e ambos ocupantes pedalam em sintonia. Na frente, vai um ciclista não-deficiente visual e no banco de trás o atleta com deficiência visual. Leia aqui

Classificação

- LC – Locomotor Cycling (atletas com dificuldades de locomoção) - LC1: Atletas com pequeno prejuízo, geralmente nos membros superiores; - LC2: Atletas com prejuízo físico em uma das pernas, sendo permitido o uso de prótese; - LC3: Atletas que pedalam com apenas uma perna e não usam próteses; - LC4: Atletas com maior grau de deficiência, geralmente com amputação em um membro. Tandem: ciclistas com deficiência visual Handbike: atletas paraplégicos *Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB)

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Tandem – Para ciclistas com deficiência visual (B1, B2 e B3). A bicicleta tem dois assentos e ambos ocupantes pedalam em sintonia. Na frente, vai um ciclista não-deficiente visual e no banco de trás o atleta com deficiência visual.

Leia aqui Foto da bicicleta paralímpica e historia completa Foto de todas as bikes

Atleta

Rivaldo Martins perdeu a perna esquerda na altura do joelho em um acidente de ônibus em 1986. A sua estreia brasileira na modalidade ocorreu em Barcelona-1992. Rivaldo foi também o primeiro do país a ser campeão mundial, em 1994, na Bélgica. Apesar disso, o Brasil ainda não conquistou medalhas no ciclismo em Jogos Paralímpicos. Vamos torcer para a competição Rio 2016. Leia aqui

6ª modalidade: Ciclismo de pista

O ciclismo de pista é a disciplina mais recente do ciclismo Paralímpico – sua estreia aconteceu em Atlanta 1996, com eventos masculinos e femininos.

Atletas com amputações, força muscular ou amplitude de movimento reduzida, paralisia cerebral e deficiências que afetam a coordenação usam bicicletas adaptadas. Já os com deficiência visual pedalam uma bicicleta de dois lugares chamada tandem. A adaptação das bicicletas pode variar – do acionamento de freios e câmbios até as próteses e órteses voltadas para a competição, como as que seguram o guidom. Como no ciclismo Olímpico, a velocidade é o fator determinante.

Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o ciclismo de pista contará com eventos masculinos e femininos, individuais e por equipes. As provas são distinguidas por uma letra, que indica o tipo de deficiência ou o tipo de bicicleta utilizada, e um número, que avalia o grau da limitação. No ciclismo, a letra B é usada para competições de atletas com deficiência visual (em inglês, blind), e a letra C denomina os que pedalam em bicicletas convencionais adaptadas. As provas são semelhantes às do ciclismo Olímpico, com eventos de contrarrelógio, perseguição e velocidade, além de velocidade por equipes. As bicicletas do ciclismo de pista não têm marchas, e as competições acontecem numa pista oval que varia entre 250m e 325m de extensão.

CURIOSIDADE: O Brasil nunca conquistou uma medalha no ciclismo – de pista ou de estrada – em Jogos Paralímpicos. Quem sabe no Rio 2016? Vamos ficar na torcida para a 1ª medalha nessa competição. Leia aqui

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Ana Bracarense PCD



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