Esgrima em cadeira de rodas


7ª modalidade: Esgrima em cadeira de rodas

A esgrima em cadeira de rodas é uma versão da esgrima para os atletas com deficiência. É disputado individualmente ou por equipes, e destina-se a atletas portadores de deficiência física motora, em cadeira de rodas, nas categorias masculina e feminina. A cadeira é fixada ao solo, por meio de uma armação especial, que ao mesmo tempo posiciona o atleta num certo ângulo e distância.


Os combates são disputados em 5 toques ou três minutos, na primeira fase da competição. Na fase de eliminação, a partida tem três períodos de três minutos - ou até um dos adversários completar 15 pontos e pode ser disputada nas categorias: florete, espada (masculina e feminina) e sabre (masculina). Ludwig Guttmann, um médico alemão, em 1953 introduziu a modalidade da esgrima para cadeirantes.


Nas paraolimpíada essa modalidade é considerada todas das mais tradicionais. Em 1960 na primeira Paraolimpíada, em Roma já havia duelo entre homens e mulheres. As regras têm se desenvolvido conforme os avanços em técnicas de fixação das cadeiras no chão. A esgrima Paralimpíca só pode ser competida por deficiência locomotora, a modalidade é administrada pelo Comitê Executivo de Esgrima e o Comitê Paralimpíco Internacional, com regras da FIE da Federação Internacional de Esgrima . Na competição a pista tem 4 metros de comprimento e 1,5 metros de largura, diferente da esgrima olímpico por suas cadeiras serem fixadas no solo, caso os esgrimistas se movimentam é interrompida a competição.


O Objetivo é tocar o oponente com a ponta ou com a lâmina do sabre. Os equipamentos obrigatórios da modalidade são: máscara, jaqueta e luvas protetoras .Nos duelos de florete, é a arma mais leve, há uma proteção para as rodas da cadeira .Nas disputas de espada , uma cobertura metálica é utilizada para proteger as pernas e as rodas da cadeira. Nos combates de florete só computam os pontos se a ponta da arma tocar o tronco do oponente, também, na espada, o que vale é tocar o adversário com aponta da arma em qualquer parte acima do quadril ;os pontos são os mesmos dos duelos de sabre, pode-se atingir o oponente tanto com a ponta quanto a lâmina do sabre . A contagem de pontos é através dos sensores nas roupas que quando tocada conta-se o ponto, e é acendida uma luz vermelha ou verde.


Quando o ponto não é válido acende-se uma luz branca. Na primeira rodada, torneios individuais duram quatro minutos, o vencedor é quem marca cinco pontos até o fim da disputa; nas seguintes etapas, há três tempos de três minutos cada, com intervalos de um minuto entre eles .O vencedor é o esgrimista que fizer 15 pontos ou que tiver maior pontuação no fim da disputa .Se houver empate e prorrogado por um minuto ate um atingir o outro, como uma “ morte súbita ” . Quando em equipe, vence quem fizer quarenta e cinco pontos. As equipes têm três competidores com a obrigação de terem um atleta classe B; No caso ocorra empate, o mesmo critério individual se aplica para apontar o vencedor.

Classificação O atleta portador de deficiência física motora é classificado em uma das três classes (A, B, ou C), dependendo de sua habilidade de movimento.


- Classe A: atletas que podem manter sua estabilidade ao sentar, movem o tronco em todos os sentidos e não possuem nenhuma limitação para manejar a espada.

- Classe B: atletas cuja habilidade de manter a estabilidade é limitada, e necessitam de sustentação.

- Classe C: atletas que possuem maior limitação de movimento do tronco e das mãos.


Nos jogos Paralímpicos os eventos de esgrima compreendem apenas as classes A e B.


As modalidades de esgrima são:

Florete Masculino (Classes A e B)

Florete Feminino (Classes A e B)

Espada Masculina (Classes A e B)

Espada Feminina (Classes A e B)

Sabre (Classes A e B)

Texto completo aqui

O Brasil estreou no pódio da esgrima em cadeira de rodas nos Jogos Paraolímpicos em Londres-2012. A primeira conquista já rendeu a medalha de ouro ao país, com a vitória de Jovane Guissone na prova de espada. Jovane Guissone Foto retirada daqui

Atleta


Foto retirada aqui

A vida de Jovane Guissone mudou drasticamente em 2004, quando ele reagiu a um assalto e acabou levando um tiro que o fez perder o movimento das pernas. A volta por cima veio em 2008, quando ele começou a praticar a esgrima em cadeira de rodas. Em Londres-2012, o gaúcho fez sua primeira participação em Jogos Paraolímpicos e o resultado não poderia ter sido melhor. Jovane conquistou o ouro em sua classe, vencendo Chik Sum Tam, de Hong Kong, na final, por um ponto: 15 x 14. Retirado daqui

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Ana Bracarense PCD

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