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Contratar não é suficiente: sua empresa está pronta para incluir PcDs?

 

Cumprir a Lei de Cotas é uma responsabilidade legal, mas muitas empresas ainda enxergam a contratação de pessoas com deficiência (PcDs) apenas como uma obrigação. Isso cria ambientes em que esses profissionais são contratados apenas para "cumprir tabela", sem qualquer preparação real para recebê-los de forma digna.Antes de contratar, é essencial refletir: sua empresa está verdadeiramente preparada para promover a inclusão?

 

•Os espaços físicos são acessíveis a todos os tipos de deficiência?•Banheiros, corredores, salas de reunião e de trabalho foram adaptados?

 

•A equipe está preparada para colaborar com respeito e empatia?•A cultura da empresa promove acolhimento ou reforça exclusões sutis?Incluir vai muito além do cumprimento da lei.

É uma decisão consciente de transformar o ambiente de trabalho em um espaço acessível, justo e humano para todos. Mais do que contratar, é preciso acolher, ouvir, adaptar e respeitar.Seja uma empresa que vai além da obrigação. Seja uma empresa que promove a verdadeira inclusão.

Goalball

  • Ana Bracarense
  • 31 de ago. de 2016
  • 2 min de leitura

10ª modalidade: Goalball

O goalball foi criado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle, que tinham como objetivo reabilitar veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. Nos Jogos de Toronto (1976) sete equipes masculinas apresentaram a modalidade aos presentes. Dois anos depois teve o primeiro Campeonato Mundial de Goalball, na Áustria. Em 1980 na Paralimpíada de Arnhem, o esporte passou a integrar o programa paralímpico. Em 1982, a Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA) começou a gerenciar a modalidade. As mulheres entraram para o goalball nas Paralimpíadas de Nova Iorque, em 1984. A modalidade foi implementada no Brasil em 1985. Inicialmente, o Clube de Apoio ao Deficiente Visual (CADEVI) e a Associação de Deficientes Visuais do Paraná (ADEVIPAR) realizaram as primeiras partidas. O primeiro campeonato brasileiro de Goalball foi realizado em 1987. A seleção brasileira masculina conquistou uma medalha de prata no Parapan de Buenos Aires, em 1995. Na Carolina do Sul, em 2001, as mulheres conquistaram o bronze no Parapan-Americano, enquanto a seleção masculina ficou com o quarto lugar. Em 2003, as atletas brasileiras foram vice-campeãs no Mundial da IBSA, disputado em Quebec, no Canadá. Com isso, o Brasil se classificou para uma edição dos Jogos Paralímpicos pela primeira vez. Em Pequim será a estréia da seleção masculina em uma Paralimpíada. Ao contrário de outras modalidades paralímpicas, o goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência – neste caso a visual. A quadra tem as mesmas dimensões da de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento). As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas. De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2 de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro e o objetivo é balançar a rede adversária. Texto completo aqui

Atleta

Alexsander Celente começou cedo no goalball, com apenas 8 anos. O jogador é deficiente visual desde os 5 e pode ser considerado um talento precoce da modalidade, já que aos 15 anos já disputava competições. Antes de conquistar a medalha de prata nos Jogos de Londres-2012, Alexsander ajudou o Brasil a vencer o ouro no Parapan de Guadalajara-2011. OBS: foto da capa aqui

Ana Bracarense PCD

 
 
 

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